segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eu te amo!

... Juro, porra!

Eu sou do tempo em que as pessoas tinham palavra e que não era preciso dizê-la mais de uma vez.

Fui criada numa família onde não era necessário dizer EU PROMETO. Bastava que você dissesse que iria fazer tal coisa e pronto, todos acreditavam.

Hoje o mundo está bem diferente.

Não é mais possível dizer apenas EU TE AMO, por exemplo. É preciso que você repita inúmeras vezes e complete a frase com: “sim, eu juro” ou “é claro que estou falando sério”.

A dúvida que fica é: as pessoas não acreditam mais nas outras ou não se julgam merecedoras do amor de alguém?

Eu continuo dizendo as coisas que sinto, mesmo as não politicamente corretas. Vou pecar pelo mal de abrir a boca e falar besteira e não por isolar meus sentimentos e opiniões do mundo. Se o mundo quer ouvir, não me interessa. Se estou certa ou errada em fazer isso, também não sei. Mas só sei ser assim e pronto!

Eu te amo será dito pra quem eu quiser e quantas vezes forem necessárias. Não para satisfazer quem escuta, mas pra deixar feliz o meu coração.

PS. Eu Te Amo...: E não pretendo perguntar “jura, você está falando sério?” pra quem disser que me ama, tá? Isso eu juro!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Hei, você aí, me dá um dinheiro aí...

... Não vai dar? Não vai dar, não?"

Este não é um blog para falar só de sexo e seus derivados. Mas sempre sou instigada pelos meus 20 leitores a escrever algo sobre o tema.

Não sou sexóloga, psicóloga, terapeuta ou tenho qualquer conhecimento técnico pra isso. Mas acho que não custa nada expor o pensamento de uma mulher de quase 40 anos e que já viveu muitos amores.

O assunto é machismo. Mas um machismo específico, o encontrado na frase: mulher não pode pagar motel.

Estamos em pleno século 21 e muitos homens ainda pensam assim. A “idiotice” é tanta que o cara prefere ficar no zero a zero, a deixar a mulher pagar. Ora, se o importante é satisfação de ambos, o que importa se a mulher paga ou divide?

Mais uma convenção imposta pela sociedade que acaba com todo o prazer.

Aprendam uma lição homens: na hora do motel, uma mulher moderna e descolada não vai se importar em pagar tudo ou rachar a conta. Suas únicas exigências vão ser: trate-me com respeito, atenda a porta e dê o dinheiro ao garçom.

PS. Eu Te Amo...: E mais: mulheres modernas levam suas próprias camisinhas, hein? E tem cada novidade por aí. Ai... ai... ai...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amar é nunca ter que pedir perdão...

... Mas, você me perdoa?


A frase, dita no lindo filme Love Story, só pode ser considerada linda também se analisarmos que o que ela quer dizer é: não cometa erros para não ter que se desculpar com quem você ama. Já na prática, o buraco é bem mais embaixo.

A categoria IMPOSSÍVEL é a que melhor se encaixa nessa situação. Somos humanos e essa simples ideia já responde a tudo: somos passíveis de erros, muito mais do que acertos, diga-se de passagem.
 
O que não dá pra engolir é levar o “perdão” como ponte pra fazer uma “merda” atrás da outra. Eu faço besteira, me desculpo e fica tudo bem. Não Senhor, essa plataforma de governar sua vida emocional tem que acabar.

Não há vergonha alguma em pedir perdão, claro, quando isso não for uma constante. Não é fazer papel de ridículo analisar e constatar um erro. É patético sim, insistir num conceito de que “tudo é desculpável” e bola pra frente, vamos errar que tudo acabará bem no final... Nem pensar!

Quero a possibilidade de ser desculpada sim, mas se eu merecer. E também quero desculpar alguém se achar que suportarei a “dor da ofensa” sem mágoa. Porque perdoar simplesmente pra continuar “tocando a vida” é a mesma coisa que achar que um simples Bandaid cura fratura de fêmur.

Para não ter que pedir perdão sempre, tente não errar. Mas tente mesmo! Pare de “bater” e chega de acreditar que tudo tem jeito e que a memória de quem apanha um dia vai falhar.

PS. Eu Te Amo...: A mágoa é um bichinho enorme de dentes afiados. Tão danado e que se esconde tão bem que a gente acha que ele nem mora mais com a gente. Até que um dia ele grita: SURPRESA!!!, bem alto no nosso ouvido.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A pergunta é...

... por quê?
A frase mais dita na minha “pouca”, mas intensa, existência é essa: por quê?

Desde que me entendo por gente, essa ideia não sai da minha cabeça e da minha boca. Sempre quis saber a razão de tudo, como toda criança inquieta. Os porquês eram uma necessidade diária e constante: por que o céu é azul?; por que o arcoíris aparece depois da chuva?; por que não posso nadar depois do almoço?; e, claro, a clássica (no meu caso) por que não posso ver televisão de cabeça pra baixo? – coisa que me custou algumas sessões numa psicóloga quando eu tinha 7 anos (tópico que será abordado em outro post).

Hoje, bem mais experiente e “marrentamente falando” menos burra, os meus porquês são mais complexos. Nada de saber o porquê das guerras, da fome, dos juros altos, da queda da bolsa... essas dúvidas jamais terão uma única resposta ou pelo menos uma com exatidão e sentido, portanto nem as tenho.

Minhas inseguranças e incertezas passam pelos porquês dos erros e das atitudes que cercam a minha vida. Por que fiz tal coisa? Por que insisto em certos padrões de comportamento? Ou pior, por que liguei a seta do foda-se e fiz o que me deu na telha, quando deveria ter parado, refletido e, aí sim, tomado uma decisão mais sensata?

De certo essas respostas eu também não tenho logo de cara. Mas se a vida é uma tentativa de acerto e erro constante, “tamu aí” pra tentar sempre... e voltar atrás... e burramente fazer de novo... e mudar tudo... e reiniciar do zero... e estrategicamente dar uma guinada de 180 graus... e errar de novo ... e buscar fazer o que é certo novamente... e... e... e...

Não quero ter todas as respostas pra tudo. Quero é ter a possibilidade de continuar perguntando, sinal de que ESTOU VIVENDO INTENSAMENTE TUDO E MUITO MAIS...

PS. Eu Te Amo...: “Eu não quero estar certa... eu quero é ser feliz!“ E viva o mestre Ferreira Gullar.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As mulheres preferem os cafajestes...

... e bonzinho só se fode!

Essa frase me foi dita algumas dezenas de vezes e em muitas ocasiões com a intenção pura e simples de me constranger.

Como toda mulher, é óbvio que eu já namorei um cafajeste. Aquela que ainda não fez isso, fará, não tenham dúvidas quanto a isso.

O cafajeste é essencial ao amadurecimento amoroso de qualquer mulher. É ele que vai nos dar os parâmetros do que queremos e, em grande parte, do que não vamos apreciar em hipótese alguma na nossa vida por muito tempo.

Existem vários níveis de cafajestes. Desde o cara que simplesmente se insinua para as amigas na frente da namorada ao que diz que a ama, mas vive “comendo” a ex. Nesse meio estão os que simplesmente não sabem se relacionar e dizem que não querem um compromisso sério - mas é o primeiro a ligar num sábado à noite para chamá-la pra sair e é aquele mesmo que vai ficar louco quando souber que a mocinha em questão já está arrumando um bonzinho pra ficar no lugar dele.

Não vou colocar na discussão os abomináveis espancadores de mulheres, porque esses não são cafajestes. Aliás, esses não são homens. Portanto, não serão tema deste post e muito menos deste blog.

Contudo, não há parâmetros para determinar quem é bonzinho e quem é cafajeste. Cada mulher vai ter uma opinião e quem sou eu pra criar métodos que possam ajudá-la nesta descoberta.

Só posso falar por mim. E o que tenho a dizer é o seguinte: não me importa que nomenclatura o homem quer ter. O que vale é o brilho no meu olho quando eu estiver ao lado dele. Se for um tipo mais educado e gentil que a maioria, ótimo! Mas se na hora do “vamos ver” bater uma vontade danada de me chamar de “cachorra”, quem sou eu para impedi-lo? Au... au... au...

O que vale é a sensação de prazer intenso para AMBOS. Sem regras!

PS. Eu Te Amo...: Só não tentem bater no meu rosto, porque eu revido na mesma hora. Instinto de mulher moderna e independente... fazer o quê?!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eu prefiro uma boa barriga...

... e que se danem as medidas.

Eu sempre gostei muito de bunda! Bastava um homem ter uma bunda bonita e, pronto, seu caráter ficava em segundo plano pra mim. Claro que com o passar do tempo as bundas viravam bundões, o caráter imperfeito ficava à mostra e meu interesse se esvaía...

Confesso que hoje meus olhos se voltam para uma boa barriga. Tanquinho de preferência que é sinal de saúde. Será?

Sinto a minha orelha queimando... O meu leitor de número 13 é gordinho e está se perguntando: aonde, diabos, essa louca quer chegar?

Simples! Quem disse que as janelas da alma são os olhos está enganado. O parapeito para o seu verdadeiro "eu" é a sua barriga.

Observe sua vida: nas situações mais alegres, mais estressantes, mais profundas... a comida sempre tem um papel importante.

Os almoços fartos na casa da avó; os felizes happy hours com a galera do trabalho; os jantares românticos com a namorada; o chororô com os amigos, porque o amor te abandonou ou até mesmo aquele café da manhã de motel, onde você foi com a transa da vez... tudo tem relação com comida!

É cercada por uma boa, farta e variada mesa que as conversas aparecem, os ensinamentos são absorvidos e as gargalhadas ou lágrimas imperam.

Tem gente que vive para comer, outros comem para viver. Mas o que realmente importa é o ganhamos de bônus junto com a comida.

PS. Eu Te Amo...: Tenha uma vida saudável, leitor número 13. Mas mantenha sua barriga intacta, pois pra mim sua barriga é linda.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Se cair, levante...


Tudo depende da sua força de 
vontade em virar o jogo e dar uma boa 
gargalhada na cara da adversidade. 

PS. Eu Te Amo...: Só depende de você fazer 
o que parecia impossível aos olhos dos outros.