sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal...

... e um Próspero Ano Novo!!!!!

Desejo aos meus 20 leitores paz, saúde, sucesso e prosperidade neste novo ano que se inicia.

Que a gente consiga passar por cima da adversidade, seja ela qual for, sempre com bom humor.

Quem sabe assim possamos encontrar a tal palavrinha mágica que tanto buscamos: PAZ!

PS. Eu Te Amo...: Mas, se no caminho encontrarmos o tal do AMOR está de bom tamanho também.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eu te amo!

... Juro, porra!

Eu sou do tempo em que as pessoas tinham palavra e que não era preciso dizê-la mais de uma vez.

Fui criada numa família onde não era necessário dizer EU PROMETO. Bastava que você dissesse que iria fazer tal coisa e pronto, todos acreditavam.

Hoje o mundo está bem diferente.

Não é mais possível dizer apenas EU TE AMO, por exemplo. É preciso que você repita inúmeras vezes e complete a frase com: “sim, eu juro” ou “é claro que estou falando sério”.

A dúvida que fica é: as pessoas não acreditam mais nas outras ou não se julgam merecedoras do amor de alguém?

Eu continuo dizendo as coisas que sinto, mesmo as não politicamente corretas. Vou pecar pelo mal de abrir a boca e falar besteira e não por isolar meus sentimentos e opiniões do mundo. Se o mundo quer ouvir, não me interessa. Se estou certa ou errada em fazer isso, também não sei. Mas só sei ser assim e pronto!

Eu te amo será dito pra quem eu quiser e quantas vezes forem necessárias. Não para satisfazer quem escuta, mas pra deixar feliz o meu coração.

PS. Eu Te Amo...: E não pretendo perguntar “jura, você está falando sério?” pra quem disser que me ama, tá? Isso eu juro!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Hei, você aí, me dá um dinheiro aí...

... Não vai dar? Não vai dar, não?"

Este não é um blog para falar só de sexo e seus derivados. Mas sempre sou instigada pelos meus 20 leitores a escrever algo sobre o tema.

Não sou sexóloga, psicóloga, terapeuta ou tenho qualquer conhecimento técnico pra isso. Mas acho que não custa nada expor o pensamento de uma mulher de quase 40 anos e que já viveu muitos amores.

O assunto é machismo. Mas um machismo específico, o encontrado na frase: mulher não pode pagar motel.

Estamos em pleno século 21 e muitos homens ainda pensam assim. A “idiotice” é tanta que o cara prefere ficar no zero a zero, a deixar a mulher pagar. Ora, se o importante é satisfação de ambos, o que importa se a mulher paga ou divide?

Mais uma convenção imposta pela sociedade que acaba com todo o prazer.

Aprendam uma lição homens: na hora do motel, uma mulher moderna e descolada não vai se importar em pagar tudo ou rachar a conta. Suas únicas exigências vão ser: trate-me com respeito, atenda a porta e dê o dinheiro ao garçom.

PS. Eu Te Amo...: E mais: mulheres modernas levam suas próprias camisinhas, hein? E tem cada novidade por aí. Ai... ai... ai...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amar é nunca ter que pedir perdão...

... Mas, você me perdoa?


A frase, dita no lindo filme Love Story, só pode ser considerada linda também se analisarmos que o que ela quer dizer é: não cometa erros para não ter que se desculpar com quem você ama. Já na prática, o buraco é bem mais embaixo.

A categoria IMPOSSÍVEL é a que melhor se encaixa nessa situação. Somos humanos e essa simples ideia já responde a tudo: somos passíveis de erros, muito mais do que acertos, diga-se de passagem.
 
O que não dá pra engolir é levar o “perdão” como ponte pra fazer uma “merda” atrás da outra. Eu faço besteira, me desculpo e fica tudo bem. Não Senhor, essa plataforma de governar sua vida emocional tem que acabar.

Não há vergonha alguma em pedir perdão, claro, quando isso não for uma constante. Não é fazer papel de ridículo analisar e constatar um erro. É patético sim, insistir num conceito de que “tudo é desculpável” e bola pra frente, vamos errar que tudo acabará bem no final... Nem pensar!

Quero a possibilidade de ser desculpada sim, mas se eu merecer. E também quero desculpar alguém se achar que suportarei a “dor da ofensa” sem mágoa. Porque perdoar simplesmente pra continuar “tocando a vida” é a mesma coisa que achar que um simples Bandaid cura fratura de fêmur.

Para não ter que pedir perdão sempre, tente não errar. Mas tente mesmo! Pare de “bater” e chega de acreditar que tudo tem jeito e que a memória de quem apanha um dia vai falhar.

PS. Eu Te Amo...: A mágoa é um bichinho enorme de dentes afiados. Tão danado e que se esconde tão bem que a gente acha que ele nem mora mais com a gente. Até que um dia ele grita: SURPRESA!!!, bem alto no nosso ouvido.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A pergunta é...

... por quê?
A frase mais dita na minha “pouca”, mas intensa, existência é essa: por quê?

Desde que me entendo por gente, essa ideia não sai da minha cabeça e da minha boca. Sempre quis saber a razão de tudo, como toda criança inquieta. Os porquês eram uma necessidade diária e constante: por que o céu é azul?; por que o arcoíris aparece depois da chuva?; por que não posso nadar depois do almoço?; e, claro, a clássica (no meu caso) por que não posso ver televisão de cabeça pra baixo? – coisa que me custou algumas sessões numa psicóloga quando eu tinha 7 anos (tópico que será abordado em outro post).

Hoje, bem mais experiente e “marrentamente falando” menos burra, os meus porquês são mais complexos. Nada de saber o porquê das guerras, da fome, dos juros altos, da queda da bolsa... essas dúvidas jamais terão uma única resposta ou pelo menos uma com exatidão e sentido, portanto nem as tenho.

Minhas inseguranças e incertezas passam pelos porquês dos erros e das atitudes que cercam a minha vida. Por que fiz tal coisa? Por que insisto em certos padrões de comportamento? Ou pior, por que liguei a seta do foda-se e fiz o que me deu na telha, quando deveria ter parado, refletido e, aí sim, tomado uma decisão mais sensata?

De certo essas respostas eu também não tenho logo de cara. Mas se a vida é uma tentativa de acerto e erro constante, “tamu aí” pra tentar sempre... e voltar atrás... e burramente fazer de novo... e mudar tudo... e reiniciar do zero... e estrategicamente dar uma guinada de 180 graus... e errar de novo ... e buscar fazer o que é certo novamente... e... e... e...

Não quero ter todas as respostas pra tudo. Quero é ter a possibilidade de continuar perguntando, sinal de que ESTOU VIVENDO INTENSAMENTE TUDO E MUITO MAIS...

PS. Eu Te Amo...: “Eu não quero estar certa... eu quero é ser feliz!“ E viva o mestre Ferreira Gullar.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As mulheres preferem os cafajestes...

... e bonzinho só se fode!

Essa frase me foi dita algumas dezenas de vezes e em muitas ocasiões com a intenção pura e simples de me constranger.

Como toda mulher, é óbvio que eu já namorei um cafajeste. Aquela que ainda não fez isso, fará, não tenham dúvidas quanto a isso.

O cafajeste é essencial ao amadurecimento amoroso de qualquer mulher. É ele que vai nos dar os parâmetros do que queremos e, em grande parte, do que não vamos apreciar em hipótese alguma na nossa vida por muito tempo.

Existem vários níveis de cafajestes. Desde o cara que simplesmente se insinua para as amigas na frente da namorada ao que diz que a ama, mas vive “comendo” a ex. Nesse meio estão os que simplesmente não sabem se relacionar e dizem que não querem um compromisso sério - mas é o primeiro a ligar num sábado à noite para chamá-la pra sair e é aquele mesmo que vai ficar louco quando souber que a mocinha em questão já está arrumando um bonzinho pra ficar no lugar dele.

Não vou colocar na discussão os abomináveis espancadores de mulheres, porque esses não são cafajestes. Aliás, esses não são homens. Portanto, não serão tema deste post e muito menos deste blog.

Contudo, não há parâmetros para determinar quem é bonzinho e quem é cafajeste. Cada mulher vai ter uma opinião e quem sou eu pra criar métodos que possam ajudá-la nesta descoberta.

Só posso falar por mim. E o que tenho a dizer é o seguinte: não me importa que nomenclatura o homem quer ter. O que vale é o brilho no meu olho quando eu estiver ao lado dele. Se for um tipo mais educado e gentil que a maioria, ótimo! Mas se na hora do “vamos ver” bater uma vontade danada de me chamar de “cachorra”, quem sou eu para impedi-lo? Au... au... au...

O que vale é a sensação de prazer intenso para AMBOS. Sem regras!

PS. Eu Te Amo...: Só não tentem bater no meu rosto, porque eu revido na mesma hora. Instinto de mulher moderna e independente... fazer o quê?!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eu prefiro uma boa barriga...

... e que se danem as medidas.

Eu sempre gostei muito de bunda! Bastava um homem ter uma bunda bonita e, pronto, seu caráter ficava em segundo plano pra mim. Claro que com o passar do tempo as bundas viravam bundões, o caráter imperfeito ficava à mostra e meu interesse se esvaía...

Confesso que hoje meus olhos se voltam para uma boa barriga. Tanquinho de preferência que é sinal de saúde. Será?

Sinto a minha orelha queimando... O meu leitor de número 13 é gordinho e está se perguntando: aonde, diabos, essa louca quer chegar?

Simples! Quem disse que as janelas da alma são os olhos está enganado. O parapeito para o seu verdadeiro "eu" é a sua barriga.

Observe sua vida: nas situações mais alegres, mais estressantes, mais profundas... a comida sempre tem um papel importante.

Os almoços fartos na casa da avó; os felizes happy hours com a galera do trabalho; os jantares românticos com a namorada; o chororô com os amigos, porque o amor te abandonou ou até mesmo aquele café da manhã de motel, onde você foi com a transa da vez... tudo tem relação com comida!

É cercada por uma boa, farta e variada mesa que as conversas aparecem, os ensinamentos são absorvidos e as gargalhadas ou lágrimas imperam.

Tem gente que vive para comer, outros comem para viver. Mas o que realmente importa é o ganhamos de bônus junto com a comida.

PS. Eu Te Amo...: Tenha uma vida saudável, leitor número 13. Mas mantenha sua barriga intacta, pois pra mim sua barriga é linda.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Se cair, levante...

video

Tudo depende da sua força de 
vontade em virar o jogo e dar uma boa 
gargalhada na cara da adversidade. 

PS. Eu Te Amo...: Só depende de você fazer 
o que parecia impossível aos olhos dos outros.

sábado, 28 de agosto de 2010

Medo

"Que dá medo que medo que dá..."

O medo mora ao lado da solidão.
Porta com porta.
São vizinhos numa mesma emoção.
 

Mas como transformar em pó,
O medo que me deixa só,
Se na garganta eu tenho um nó?
 

A cabeça diz que não,
Mas quem fica sozinho é o coração.


PS Eu Te Amo...: Poesia escrita em 23 de janeiro de 2008. Mas tão atual, tão atual... que dá medo!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O blog faz "mesversário"...

... e vocês têm direito a um pedaço de bolo.

Como passou rápido...

Há um mês resolvi colocar minhas loucuras em forma de palavras e encher esse papel cibernético.

Coloquei minha cara à tapa e não me arrependo.

Parabéns aos meus 20 leitores - não devo ter mais do que isso mesmo - pela carinho demonstrado e pelas pedras não atiradas.

PS. Eu Te Amo...: Ainda tenho muitos delírios para encher esse espaço. Intensidade é realmente um traço muito marcante do meu caráter. Aguardem fortes emoções nos próximos capítulos...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Uma puta na cama e uma dama na sociedade...

... e que me chamem de dama, de puta, de louca...

Meus queridos 20 leitores – sim, eu tenho mais leitores que o Arthur Xexéo - depois de muito adiar é chegada a hora de colocar o dedo em um assunto polêmico: sexo. Não adianta mais protelar. A pressão de quem me lê e dos meus próprios hormônios é imensa.

E como o conto que estou escrevendo há séculos sobre o tema ainda não está pronto, preferi seguir o caminho mais fácil e discutir um assunto já debatido à exaustão: os homens querem putas na cama e damas na sociedade.

Mas pra que retomar esse tema tão controverso, blogueira maluca? – pergunta o meu leitor de número 7.

Simples: porque os homens continuam pensando do mesmo jeito. OK, não vamos generalizar. Mas a grande maioria continua com esse pensamento meio tacanho, enquanto as mulheres estão andando a passos largos para ganhar mais liberdade. Ok, elas estão meio perdidas em alguns pontos com tudo que já conquistaram – mas isso é papo para outro post polêmico.

Quero me concentrar só nessa frase, pois a escutei não uma, mas duas vezes só nessa última semana. Qual é, meninos?! O pensamento vai continuar pequeno? Vocês realmente ainda acreditam e querem isso mesmo?

O certo é não ter regras, cada um que escolha o sapato que melhor esteja adaptado à sua necessidade. Se a menina é mais despachada, qual é o problema dela tomar a iniciativa seja na conquista ou no sexo? Vamos parar com esse papinho bobo de que temos que ser comedidas na rua e loucas entre quatro paredes. As mulheres podem e devem ser do tipo que quiserem. Parem de procurar as perfeitas, elas não existem. Em algum momento, a SUA vai sim fazer você passar “vergonha” na rua e vai querer só papai e mamãe e cochinha no quarto. E aí, você vai fazer o que a respeito? Dar um pé na bunda da mulher que ama? Então, se não vai, não é mais fácil viver a exceção do casal do que a lei desse mundo?

Façam suas próprias regras no relacionamento, no sexo, na vida... Não deixem que a opinião das pessoas influencie suas escolhas. E pra quem ainda não encontrou a tampa da sua panela, procure abrir seu pensamento e não se guie pelo que já foi dito pelo seu avô ou seu pai. Pense em como os seus filhos vão lidar com isso e relaxe. A ideia é cada um na sua e ‘bora buscar a felicidade através do nosso próprio mérito.

PS. Eu Te Amo...: Ainda não encontrei a tampa da minha panela. Mas é que eu acho que estou mesmo é pra frigideira, isso sim!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Logo você, uma moça tão bonita fazendo isso?

Que feio!

“As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”. Mas o que o poeta quis dizer com BELEZA?

Semana passada li uma frase que foi “atribuída” à Pâmela Belin – mas pode ser do Arnaldo Jabor, como tudo o que se diz na internet, não é? –, que me impressionou muito: “eu não nasci para ser simpática, nasci para ser sincera”.

Usando desse critério, tenho uma confissão a fazer: eu também. E seguindo esse mesmo raciocínio, faço outra: EU SOU BONITA! Pronto falei, e não me doeu nada.

Mas assim como o poetinha, que colocou subjetividade na frase, me pergunto: o que se esconde por trás da minha beleza?

Ser bonita no mundo de hoje às vezes é um tiro no pé. É como ser criança e sua mãe insistir em dizer que você já está muito grandinha para fazer certas coisas. Às mulheres bonitas não são permitidas certas atitudes. Se você tiver um pouco de refinamento e inteligência associados à boa aparência, aí mesmo que a coisa vai ficar muito feia pro seu lado.

O erro não será aceito. Você não pode tropeçar com saltos altos e nem ter chulé; arrotar o almoço que te incomoda o estômago e muito menos soltar flatulências em público. Ou seja, você deixará de ser humana até no sentido fisiológico, e tudo isso por ser bonita.

Por isso, se for necessário gritar, eu grito: eu falo palavrão e dos cabeludos, arroto, solto pum, suo... e não deixo de ser bonita por causa disso.

Sou bela porque SINTO milhares de emoções, num mundo onde as pessoas só querem SER e APARECER. E onde a maioria sequer subiu no primeiro degrau da verdadeira beleza.

PS. Eu Te Amo...: A escada da beleza interior é longa e nem sempre tem corrimão. Vai uma ajuda aí?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

E se meu samba atravessar?

Quem não gosta de samba, bom sujeito não é...

Estar na avenida não é tarefa fácil na minha idade.

Ficar exposta à beleza da madrinha de bateria burra é quase um contrassenso; um afronte à minha inteligência e aos anos que me fizeram mais experiente e menos ingênua.

Menos ingênua? Será?

Também sei sambar. Mas acho que o tempo fez com que meu samba ficasse descompassado, descompensado, desiludido...

Nessa, a madrinha mais nova que eu leva vantagem. Será?

O corpo, já tão calejado, não aguenta mais certas variações da partitura e procura logo um banquinho. E como estão variando os compassos. Nem os deuses do samba acreditariam se eu contasse...

Procuro o samba “de raiz”, como os críticos chamam. Contudo, como saber se não é o samba “universitário” o grande filão da felicidade?

Nesse momento de incertezas é bom procurar poucas variações, manter o pé no sapatinho, no miudinho, mas em constante movimento. É pra mexer, é pra rebolar, é pra sambar, mesmo sem sair do lugar.

O desfile ainda não terminou, tem muita escola ainda pra passar. Mas será que vai haver apoteose? Vou tirar 10 dos jurados em todos os quesitos?

A madrinha de bateria está lá, formosa, impondo seu borogodó aos ritmistas. Pagou para estar lá, deu fantasia, nada mais justo. Mas será que uma passista da velha guarda como eu tem chance de ganhar um estandarte? De ser revelação do Carnaval?

O que se espera é que a escola não perca ponto em harmonia e evolução, que a cronometragem seja exata e que o intérprete não atravesse o samba. Será que é possível?

Outros Carnavais virão. Contudo, a passista aqui está pensando em se aposentar... Vai virar foliã de camarote, no mínimo de cadeira numerada. Mas com a certeza de que a madrinha de bateria nem será notada.

PS. Eu Te Amo...: Adoro Carnaval e nada me fará desistir da festa. Mas talvez esteja na hora de procurar uma companhia que não saiba sambar tão bem. Talvez eu me divirta muito mais...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Olha com quem tu andas, que direi quem és...

Encosta na parede e mãos ao alto!

... essa é uma frase que ecoa na minha cabeça desde os 10, 11 anos...

Minha mãe sempre dizia que o camburão não faria distinção e que levaria todo mundo sem dó, mesmo que eu não tivesse culpa no delito.

Nunca fiz na adolescência algo que fosse suficientemente criminoso para testar esta teoria. Mas, confesso que fiz muitas bobagens, sempre com o cuidado possível para não ser pega em flagrante.

É... por incrível que possa parecer eu já fui jovem... faz tempo!, mas fui. E como é bom ser adolescente, não é? O medo do ridículo parece não existir, e tudo é pra ontem. E esse imediatismo maravilhoso vamos perdendo com o passar dos anos e o aumento dos cabelos brancos (ou, para alguns, a perda total deles).

Hoje me vejo à volta de pessoas de várias idades, jovens, em sua maioria. Percebi que conviver com uma faixa de idade menor do que a minha me revigora, me anima, me dá mais vontade de viver... Claro que dou um duro danado para me manter antenada com as novas tendências, mas, modéstia à parte, não ando fazendo feio não. A galera do Twitter não tem reclamado... ainda!

Só tem uma coisa da qual não sinto a menor saudade da minha juventude: a inocência quase burra que já tive e que hoje alguns destes mesmos amigos tentam me vender.

Nunca fui boba! E não será agora que me tornarei uma!

Com a maturidade dos quase 40 anos aprendi que o circo dos horrores da vida começa quando nos fazemos de burros ou inocentes demais para os outros. Porque o outro acredita nisso e “trepa” mesmo na gente.

E a dor do arreio no lombo dói muito...

PS. Eu te amo...: Adoro andar a cavalo, mas me tornar um na minha idade, não!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O primeiro post a gente nunca esquece...

... e o primeiro sutiã também.

A vida É uma merda?
Quero CRER que não!
A vida ESTÁ uma merda?
Prefiro DIZER que não!


Mas, que merda de vida É essa que eu ando levando?

Esta é uma dúvida que este blog PODE ajudar a esclarecer.

Colocar no papel os devaneios e as angústias de uma mulher de Niterói (RJ), jornalista, flamenguista, feminina e não feminista, que aos quase 40 anos ainda não sabe como definir sua própria vida, pode ser uma experiência esclarecedora... ou não.

É pagar pra ver, pois a vida não é de graça e, quando ela cobra, o valor a ser pago pode ser alto demais.

O jeito é encarar de peito aberto o que está por vir. Conto com sua colaboração nessa empreitada. 

E aí, você tem algum trocado no bolso? 

PS. Eu Te Amo...: A vida não aceita cheque ou cartão de crédito... Sorry!